Coletivo

Coltivo Tamain

Área de Atuação

Outros

Funções

Descrição curta

Organização formada por diversos artistas indígenas de povos do território cearense, com intuito de expressar a Arte em suas múltiplas linguagens. Tendo como objetivo fortalecer os artistas indígenas em diversos aspectos.

E-mail: grupotamain@gmail.com

Descrição

Nascido em Novembro de 2020, o grupo Tamain é uma organização formada
por diversos artistas de povos indígenas do território cearense. Construindo ambientes
seguros para expressões da Arte em diferentes linguagens, como audiovisual, artes
visuais, literatura, música, artesanato, entre outras, o Tamain tem como objetivo
fortalecer os artistas indígenas em diferentes aspectos, evidenciando suas práticas e lutas
através das artes feitas pelos mesmos. Com a intenção de apresentar a diversidade
artística dos povos indígenas, promovendo a ocupação de suas artes e ideias em espaços
de encontro e discussão, o grupo também incentiva integrantes a seguir carreiras a partir
das linguagens artísticas.
O grupo se reúne as quintas feiras para organizar/discutir/dialogar sobre
assuntos pertinentes ao desenvolvimento coletivo. Em dois anos de existência a
organização obteve sucessos individuais e coletivos. Em colaboração com demais
indivíduos e organizações indígenas e não-indígenas, produzimos e realizamos eventos
e exposições, lançamos uma publicação, integrantes foram selecionades em laboratórios
artísticos, e tantas outras conquistas. Tendo um Grupo de Estudos e Leitura como
projeto em atividade, quinzenalmente é aberto ao público geral um encontro para
conversar em torno de um título em literatura ou audiovisual produzido por
pensadores/pesquisadores/artistas indígenas.
evento entre e Baixar Planilha

Publicado por

karine araujo alves

Artista visual, arte educadora, curadora, produtora cultural e idealizadora da Plataforma Carcará. Integrou coletivos de periferia e grupos independentes como Perigrafia e Grupo Tamain (grupo com artistas indígenas de território cearense). Atuou com arte-educação em instituições públicas e privadas como Museu da Fotografia Fortaleza, Museu da Imagem e do Som do Ceará e Cuca Che Guevara. Atualmente integra a equipe de Projetos Culturais da Associação Cultural Afrobrasileiro Pai Luiz de Aruanda, sendo também, integrante do Terreiro General de Brigada e Rainha Pombogira e filha de santo de Mãe Bia de Pombogira e Pai Ricardo de Xangô. Como artista visual, pesquisa sobre seus arquivos e memórias ancestrais e familiares, experimentando o processo de retomada de consciência da sua memória nativa e diaspórica.

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