Representação do Negro dentro dos Museus: Para Além da Escravidão e Abolição


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Descrição curta

Em referência ao Dia da Consciência Negra, o Museu do Ceará convida todas, todos e todes para a roda de conversa “Representação do Negro dentro dos Museus: Para Além da Escravidão e Abolição”

Total de Público 40

Inscrições: Acesso livre

Classificação Etária: Livre

Mais Informações: (85) 98238-8115


Acessibilidade:

Tradução para LIBRAS: Não

Áudio Descrição: Não

Anexo Bode Ioiô (Museu do Ceará)

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Dia 19 de novembro de 2025 às 14:00

Preço: Grátis

Endereço: Rua Major Facundo, Praça do Ferreira, Centro, Fortaleza, undefined, CE, 60025-100

Descrição

Em referência ao Dia da Consciência Negra, o Museu do Ceará convida todas, todos e todes para a roda de conversa “Representação do Negro Dentro dos Museus: Para Além da Escravidão e Abolição”.

O encontro propõe refletir sobre como os museus retratam a história e a presença negra no Ceará, e pensar novos caminhos para além das narrativas limitadas à escravidão e à abolição.

Com a participação de:
Ana Aline Furtado: artista, curadora, advogada e diretora do Centro Cultural Casa do Barão de Camocim.
Hilário Ferreira: pesquisador, professor e autor de “Catirina, minha nêga, tão querendo te vendê...”

Mediação do historiador Weber Porfírio (MUSCE).

📅 19 de novembro (quarta-feira) às 14h.
📍 Anexo Bode Ioiô (Rua Major Facundo, 584)

Esperamos vocês! ✨✨

Galeria

Publicado por

Museu do Ceará

O Museu do Ceará foi a primeira instituição museológica oficial do Estado, criada por decreto em 1932, mas aberto oficialmente ao público em janeiro de 1933, com a denominação de Museu Histórico do Ceará. Ao longo dos anos, o MUSCE foi gerenciado por 17 diretoras e diretores, tendo utilizado 6 (seis) sedes distintas, além de ter recebido três denominações diferentes e três grandes mantenedores (Secretaria dos Negócios do Interior e da Justiça; Instituto Histórico, Geográfico e Antropológico do Ceará, quando desvinculou-se do Arquivo Público do Estado, em 1951; Secretaria da Cultura). Desde a sua fundação, o MUSCE sempre apresentou um acervo muito diversificado, com exemplares de numismática, mobiliário, iconografia, indumentária, história natural, paleontologia, etnografia, arqueologia, entre outras, contabilizando um acervo de, aproximadamente, 13 (treze) mil objetos.

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